Sintomas físicos da ansiedade e como atenuá-los

O que é ansiedade 

Se sentir ansioso é uma característica comum, que acontece como uma resposta temporária a situações de estresse. Dessa forma, é completamente normal ter ansiedade antes de fazer uma entrevista de emprego ou apresentar um projeto importante, por exemplo.

Entretanto, quando essa sensação é muito intensa e surge diariamente atrapalhando as atividades diárias, ela deixa de ser considerada natural e pode ser considerada como um transtorno mental. Nesse momento, é importante buscar ajuda médica para que você possa receber o tratamento correto.

Confira os principais sintomas físicos da ansiedade. 

Principais sintomas físicos da ansiedade 

Dor no peito e taquicardia 

As palpitações podem surgir em situações estressantes ou de repente, a ponto de “sentir” os batimentos cardíacos. Isso acontece porque, em momentos de ansiedade, o organismo libera uma grande quantidade de adrenalina, que é responsável por regular o sistema cardiovascular. 

Respiração ofegante ou falta de ar 

Por ser uma função automática do nosso organismo, sequer conseguimos reparar que estamos respirando. Entretanto, quando ansiosos, a respiração pode se tornar difícil. O ideal é inspirar e expirar longamente, enchendo os pulmões de ar. 

Tremores ou espasmos  

Quando estamos ansiosos, o nosso corpo fica em estado de alerta e para enfrentar o aparente perigo, nossos membros se preparam para agir, resultando nos tremores ou espasmos. Esses tremores geralmente ocorrem nas mãos e nas pernas. 

Músculos tensionados 

A tensão é consequência do estado de apreensão. Isso acontece porque é transmitido para o cérebro que precisamos ficar alerta. Essa tensão pode causar dor em diversas partes do corpo, como nos ombros. 

Como atenuar os sintomas da ansiedade 

Faça terapia 

Buscar ajuda psicológica é uma excelente aliada no combate a ansiedade. A terapia ajuda a identificar a razão da ansiedade e como desenvolver capacidades que ajudem a lidar com momentos de estresse. 

Medite 

A meditação pode ajudar a desenvolver a atenção plena e diminuir os ruídos de preocupação que surgem frequentemente, reduzindo os níveis de estresse. Além disso, a meditação ajuda a melhorar o sono e favorece o autoconhecimento. 

Tenha um estilo mais saudável 

Investir em hábitos mais saudáveis não só ajudam a manter a saúde física como também é um dos pilares essenciais nos cuidados com a saúde mental. Os hábitos de um estilo de vida mais saudável são: 

  • Fazer exercícios físicos com frequência 
  • Se alimentar de forma equilibrada 
  • Dormir pelo menos 7 horas por noite 
  • Evitar o consumo de álcool e do tabaco. 

Além disso, existem diversos ativos que podem ajudar a atenuar os sintomas da ansiedade. Mas vale ressaltar que devem ser prescritos por um médico. Confira no próximo tópico! 

 

Ativos que ajudam a atenuar a ansiedade 

Melissa Officinalis

É um fitoterápico considerado um sedativo moderado e age na melhora da insônia, ansiedade e da tensão.

Extrato de Cereja Amarga

Composto por diversos fitoquímicos, regula os níveis de cortisol e ajuda na melhora da insônia. 

Phenibut 

Ajuda no alívio da tensão, ansiedade e medo. Proporcionando mais relaxamento durante o dia. 

Ashwagandha

A ashwagandha é uma planta que tem na sua raiz o princípio ativo que ajuda a controlar a ansiedade, melhora a concentração e fadiga. 

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Confira Dicas para Combater a Compulsão Alimentar

A compulsão alimentar é considerada um distúrbio alimentar que tem como sintoma a ingestão exagerada de alimentos. A ingestão de alimentos acontece mesmo sem a presença de fome ou necessidade física do alimento. Sendo assim, a pessoa compulsiva não tem o controle do que está comendo e a quantidade.

Existe algumas diferenças entre as pessoas que exageram na comida em algum momento ou ocasião especial e as pessoas que tornam isso um hábito. A compulsão alimentar é identificada quando a pessoa passa a ser dependente da comida. Alguns outros sinais podem ser observados:

  • A pessoa come mais rápido que o normal;
  • Comer mesmo sem fome ou depois de sentir-se satisfeito;
  • Alimentar-se escondido;
  • Acordar à noite para comer;
  • Ter sentimento de tristeza ou culpa depois de comer muito;

Como tratar:

O tratamento para a compulsão alimentar deve ser multidisciplinar. O indivíduo deve receber acompanhamento médico, psicológico, nutricional e em alguns casos medicamentoso. O tratamento não deve ser somente baseado no uso de medicação, é essencial que o paciente tenha um acompanhamento de um psicólogo para compreender os gatilhos de ansiedade e estabelecer estratégias de controle. Algumas dicas para controlar a compulsão alimentar são:

Praticar exercícios físicos:

Os exercícios físicos, yoga ou meditação trazem uma sensação de prazer e bem-estar, portanto é fundamental trazer essas práticas para a sua rotina e ajudar no controle da ansiedade e assim, diminuindo a compulsão alimentar.

Beba água:

É uma dica valiosa e que serve para manter o seu corpo saudável. É uma forma também de controlar a fome e o desejo.

Coma alimentos ricos em fibras:

Adicione ao seu cardápio alimentar frutas, verduras, hortaliças e gorduras boas, pois são opções que te deixarão saciado por mais tempo.

Manipulados:

Uma ótima opção é o bombom sacietógeno da Officilab que tem como a principal função a sensação de saciedade e entre outros benefícios como: melhora a qualidade do sono, aumenta a captação de glicose pela célula, aumenta os níveis de serotonina e dopamina, veículo dietético, saboroso, livre de glúten, lactose e açúcar.

Motivos para Desacelerar Durante a Pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o Brasil como líder em volume de pessoas ansiosas do mundo, com 18,6 milhões de brasileiros. Isso representa cerca de 10% da população convivendo com o transtorno. O período de quarentena devido a pandemia de Coronavírus pode colaborar para agravar ainda mais a situação, desencadeando um estado de estresse e ansiedade permanentes que podem fragilizar o sistema imunológico e debilitar o equilíbrio mental.

 

 O isolamento pode ser angustiante por diversos motivos, que vão desde o medo de contrair a doença até as perdas financeiras. Para ajudar a manter a calma, procure entender o assunto à fundo por meio de canais seguros e evite notícias o dia todo sobre o tema. 

 

 

Mantenha uma rotina ativa e saudável. É muito falado agora sobre ser produtivo, ler livros, fazer cursos online, assistir lives e entre outras coisas, para ajudar a distrair e ocupar o tempo livre. Mas também é importante entender e respeitar o seu tempo e o seu processo. Se não conseguir ser produtiva, não se culpe. O essencial é fazer o que sentir que for melhor para você e para a sua saúde mental e física. 

 

Sendo assim, para manter a imunidade boa e a saúde mental também, é essencial manter uma rotina que te faça bem, seja praticando exercícios físicos, meditando, lendo algum livro ou até mesmo maratonando séries e fazendo nada. Apenas respeite o seu momento! O que importa agora é praticar o autocuidado.

Insônia infantil e melhora da qualidade de vida de pais e filhos

Os distúrbios do sono em crianças e adolescentes são uma queixa frequente nos consultórios pediátricos, acometendo mais da metade dos pacientes e prejudicando o sono de toda a família. É natural que um recém-nascido durma em média de 14 a 17 horas ao longo de um dia. Com o crescimento este tempo de sono tende a reduzir para 11 a 14 horas em crianças e 8 a 10 horas na adolescência, contudo nem todos tem um ciclo de sono regular, apresentando dificuldades de iniciarem e/ou manterem o sono.

Os despertares noturnos ocorrem com frequência entre cada ciclo do sono que dura  de 90 e 120 minutos, geralmente na fase REM, o saudável é que se volte a dormir espontaneamente.

Há diversas formas que os distúrbios do sono podem ocorrer e variam de acordo com a idade e o desenvolvimento da criança. Durante os primeiros anos de vida são mais frequentes as queixas de dificuldades para iniciar o sono com ou sem despertares noturnos frequentes. Entre 1 e 2 anos a parassonia (despertar confusional) e a síndrome da apneia do sono são mais frequentes. A partir da idade pré-escolar ocorrem os distúrbios relacionados à higiene inadequada do sono e na adolescência os distúrbios por atraso no horário de dormir ou a movimentos excessivos durante o sono. Segue tabela da prevalência dos diferentes distúrbios que ocorrem com o sono:

INSÔNIA

Segundo um artigo de revisão publicado no Jornal de Pediatria, a Insônia é a maior queixa dentre os distúrbios do sono, ocorrendo em 20 a 30% dos casos, é diagnosticada pela dificuldade de iniciar o sono, de manter o sono (despertares frequentes com dificuldade de retornar ao sono) ou de despertar antes do horário habitual com incapacidade de retornar ao sono. Com a frequência de noites mal dormidas a insônia pode prejudicar o desenvolvimento cognitivo, o humor e a qualidade de vida das crianças causando problemas no meio social, educacional e comportamental. Os pais acabam sofrendo com os mesmos problemas somados ao prejuízo no meio profissional, devido o sono durante o trabalho.

Doenças que predispõem a insônia

Dormir é uma atividade aparentemente simples, porém esta ação requer um relaxamento de todo o corpo e é justamente por isso que o sono é facilmente prejudicado quando o corpo não está são. A insônia pode manifestar-se como reflexo de outras doenças que a predispõe, seguem alguns exemplos de doenças:

  • Asma
  • Obesidade
  • Doenças Neuromusculares
  • Refluxo Gastroesofágico
  • Epilepsia
  • Hiperatividade
  • Autismo
  • Ansiedade
  • Depressão

Comportamentos que propiciam a Insônia

Não é obrigatório ter uma doença para apresentar quadros de insônia, crianças e adolescentes saudáveis também podem sofrer com este mal devido a fatores comportamentais que também interferem na saúde do sono, veja a seguir alguns:

  • Rotina de sono irregular
  • Fatores genéticos
  • Temperamento
  • Depressão materna
  • Comportamento dos cuidadores no despertar noturno
  • Alimentação noturna
  • Bullying

Pesquisadores da PUC do Rio Grande do Sul em parceria com a Universidade La Sapienza (Itália) publicaram uma tabela das causas e fatores que precipitam a insônia de acordo com a faixa etária:

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Ferramentas de diagnósticos de Insônia em crianças e adolescentes

A insônia é facilmente controlada quando tratada corretamente. Sua detecção precoce é fundamental para o início do tratamento e o melhor prognóstico do quadro. Na consulta pediátrica de rotina um instrumento que pode auxiliar na triagem é o algorítmico Bears, composto de cinco questões de fácil aplicação e que evidência um bom poder de detecção de alterações do sono. Para crianças de até 3 anos utiliza-se o Brief Infant Sleep Questionnaire e crianças acima de 3 anos indica-se o Sleep Disturbance Scale for Children.

Referência bibliográfica

Magda Lahorgue Nunes e Oliviero Bruni. Insônia na infância e adolescência: aspectos clínicos, diagnóstico e abordagem terapêutica. J Pediatr (Rio J). 2015;91(6 Suppl 1):S26—S35

Melatonina

Eficaz na prevenção e tratamento de insônia em crianças e adultos.