Você sabe o que é ciclo Circadiano e como ele pode estar influenciando no seu peso?

Ciclo Circadiano ou Ritmo Circadiano é conhecido popularmente como relógio biológico, aquele que nos indica o horário de acordar, dormir, que nos dá fome perto do horário das refeições e nos deixa um pouco desorientados quando viajamos para países com fuso horário diferente. Ele está diretamente ligado à iluminação do ambiente e é responsável por regular a liberação do hormônio Melatonina, através da glândula pineal. À noite, no escuro, a liberação da Melatonina se intensifica. Quando em equilíbrio e normal funcionamento, esse hormônio irá influenciar no sono, na renovação celular, nos processos inflamatórios, modulação dos efeitos do estresse, além de prevenir a resistência à insulina, auxiliar na fertilidade feminina, amenizar sintomas da menopausa e, recentemente descoberto, na queima de gordura corporal.

Estudos comprovam que a restrição ou privação do sono altera o Ritmo Circadiano, influenciado diretamente a produção de Melatonina. Esse desequilíbrio, além de provocar diversas alterações fisiológicas no corpo, provoca também o aumento de gordura. Em 2018 foi demonstrado que a Melatonina exerce papel chave na ativação do tecido adiposo marrom (célula queimadora de gordura), queimando o tecido adiposo branco (célula armazenadora de gordura).

Com o ritmo de vida cada vez mais agitado, dormir tarde com o celular na cama, pular o café da manhã e jantar tarde da noite, se tornaram práticas comuns que contribuem para a alteração crônica do ciclo Circadiano. Para manter seu relógio biológico funcionando perfeitamente e, consequentemente, evitar doenças e ganho de peso, é recomendada a prática de exercícios físicos durante o dia, limitar o uso de celular, evitar a ingestão de álcool, nicotina, cafeína e outros estimulantes antes de dormir. Essas práticas, associadas à presença de um ambiente escuro e tranquilo, ajudam a normalizar a produção da Melatonina e o funcionamento do ciclo.

Formas alternativas para contribuir com a normalização do Ritmo Circadiano é a ingestão Melatonina. A Officilab manipula o hormônio em diversas versões: cápsulas, tabletes sublinguais, gotas sublinguais e filmes orodispersíveis (strips).  O uso da Melatonina manipulada é uma opção para quem sofre com insônia, quem trabalha em turnos noturnos, trocando o dia pela noite, entre outros casos. A ingestão do hormônio Melatonina garante o equilíbrio do ciclo Circadiano e saúde do corpo. Lembrando que o seu médico deve ser sempre consultado.

Fonte: HALPERN, Bruno. O papel da melatonina na regulação do tecido adiposo marrom. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. 2018

 

Vitamina D: carência em mulheres no período pós-menopausa pode causar Síndrome Metabólica

Uma pesquisa divulgada pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (FMB -Unesp) mostrou que existe uma forte associação entre a deficiência de vitamina D e a Síndrome Metabólica em mulheres na pós-menopausa. O estudo durou dois anos e foi feito com cerca de 460 mulheres, entre 45 e 75 anos, que se consultavam no Ambulatório de Climatério e Menopausa da FMB.
Antes de mostrar a pesquisa em detalhes, é preciso explicar o que é na verdade a Síndrome Metabólica. O termo se refere a um conjunto de fatores de risco que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a aumentar a produção do hormônio, elevando o seu nível no sangue. A alimentação inadequada, o excesso de peso, o sedentarismo e o histórico de casos na família são os principais fatores que contribuem para o seu aparecimento. Para determinar o diagnóstico, o paciente precisa apresentar três dos cinco critérios abaixo:

 
• Circunferência abdominal maior que 88 cm (em mulheres)
• Pressão arterial acima de 130 x 85 mmHg
• Glicemia de jejum maior que 100 mg/dl
• Triglicerídeos acima de 150 mg/dL
• Colesterol HDL abaixo de 50 mg/dL (em mulheres)

 
Na pesquisa feita pela FMB e publicada na revista Maturitas, cerca de 57,8% das mulheres que tinham carência (menor que 30 ng/mL) ou insuficiência (menor que 20 ng/mL) de vitamina D apresentaram SM, contra 39,8% das que apresentavam a doença, mas estavam com a taxa em condições normais. De acordo com o artigo, uma possível explicação seria a influência da vitamina D na secreção e sensibilidade da insulina. Em baixa quantidade, ela comprometeria a capacidade das células em converter o hormônio produzido pelo pâncreas. No entanto, os cientistas ressaltam que ainda são necessários estudos mais específicos para confirmar realmente se a relação é real.

 
Insuficiência da vitamina D no climatério
O climatério é a transição entre o período fértil e o não reprodutivo, culminando na menopausa. Entre as características desta fase, está a irregularidade dos ciclos menstruais e a diminuição dos níveis do estrogênio (hormônio sexual feminino).
Esta alteração hormonal pode ser bastante significativa para a saúde feminina, já que é capaz de prejudicar a produção natural da vitamina D, responsável por regular a absorção de fósforo e cálcio, minerais necessários para o crescimento saudável dos ossos. Sua carência pode provocar uma desmineralização óssea, aumentando o risco de osteoporose. Por conta disso, as mulheres são mais diagnosticadas com o problema, em comparação com homens da mesma faixa etária.

 
Como obter Vitamina D?
Ao contrário de outras vitaminas, o corpo humano produz cerca de 90% da vitamina D que necessitamos. Quando os raios solares UVB entram em contato com uma molécula precursora existente na pele, chamada 7-dihidrocolesterol (7-DHC), ela se transforma numa forma inativa da vitamina D, que será convertida em ativa no fígado e nos rins.
No entanto, sabemos que a exposição intensa ao sol aumenta o risco de diversos problemas, como o envelhecimento cutâneo e o câncer de pele. Por conta disso, o uso diário do protetor solar, principalmente em peles muito claras e sensíveis, é altamente recomendado, o que dificulta a ativação da substância.
Na alimentação, é possível encontrar opções que fornecem vitamina D, como peixes (salmão, atum e sardinha), óleo de fígado de bacalhau, gema do ovo, queijos, bife de fígado, ostras e cogumelos. Alguns alimentos podem ser enriquecidos com esta vitamina, como leite e iogurtes.
Como a alimentação nem sempre consegue fornecer a quantidade necessária que o organismo precisa, uma alternativa é a suplementação oral, indicada principalmente para idosos, pacientes que não podem entrar em contato com o sol ou aqueles com insuficiências renais ou hepáticas, que possui dificuldade de converter a vitamina D em sua forma ativa. É recomendada a ingestão somente sob prescrição médica. Aqui na Officilab, manipulamos o ativo nas seguintes apresentações: em cápsulas, gotas, tabletes ou bombom trufado. Para saber mais, entre em contato conosco!

 
Fontes:
http://agencia.fapesp.br/estudo-reforca-relacao-entre-falta-de-vitamina-d-e-sindrome-metabolica/27191/

https://portugues.medscape.com/verartigo/6502213

Entenda melhor a Síndrome de Burnout

Irritabilidade no trabalho, esgotamento físico e mental, sentimento de fracasso, dificuldade de concentração e negatividade constante são alguns dos sintomas da Síndrome de Burnout. Ela está relacionada ao esgotamento no ramo profissional, resultado do acúmulo excessivo de trabalho.

Muitas vezes, se faz confusão entre o estresse e a síndrome. No entanto, são situações diferentes. O primeiro é uma resposta natural do organismo a diversas situações corriqueiras do dia a dia, seja no campo profissional como no pessoal. Já no burnout, a exaustão emocional é causada exclusivamente pelo trabalho.

De acordo com uma pesquisa feita pela Isma-BR (representante da International Stress Management Association), cerca de 32% da população trabalhadora brasileira sofre com a queixa. No ranking geral, o país se encontra na 2º posição, atrás somente do Japão, com 70% da população atingida. Por conta desse aumento global, a OMS (Organização Mundial da Saúde) a incluiu, neste ano, na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11). No entanto, a entidade afirma que não a reconhece como doença, mas sim como como uma síndrome exclusivamente resultante de estresse crônico no trabalho.

Em tradução livre, o termo “burnout” significa esgotamento. Por isso, se manifesta especialmente em profissionais que atuam diariamente com prazos e responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, operadores de telemarketing, controladores de voo, entre outros. Entre os outros sintomas, vale destacar:
• Dor de cabeça frequente;
• Alterações no apetite e problemas gastrointestinais;
• Insônia;
• Alterações repentinas de humor;
• Cansaço intenso;
• Pressão alta;
• Suor em excesso;
• Batimentos cardíacos descontrolados;
• Dores musculares.

O diagnóstico é feito por um psicólogo ou psiquiatra. Entretanto, muitas pessoas, por não saberem ou não conseguirem identificar os sinais da síndrome, acabam negligenciando e deixando sempre “para depois”. Essa situação, de acordo com o Ministério da Saúde, pode resultar em um estado de depressão profunda, em casos mais graves. Por isso, a ajuda é essencial!

Além da psicoterapia, uma parte do tratamento pode envolver o uso de medicamentos (ansiolíticos e/ou antidepressivos), caso o médico psiquiatra ache necessário. A outra parte consta na alteração das condições de trabalho que levaram a pessoa à exaustão excessiva. A mudança do estilo de vida, com prática regular de atividade física, ter uma alimentação saudável, exercícios de relaxamento e momentos de lazer, ajudam no controle dos sintomas. O apoio dos amigos e familiares também é fundamental para aliviar a tensão.

O Ministério da Saúde destaca como a melhor forma de prevenção da síndrome manter o equilíbrio entre trabalho, lazer, vida social e atividades físicas, além de descansar adequadamente e dormir por, pelo menos, 8h, diariamente.

Alguns fitoterápicos atuam como ansiolíticos naturais, regulando os neurotransmissores responsáveis pela sensação de estresse e relaxamento, como o Lactium, Theanina, Passiflora, Camomila, Humulus Lupulus, Kawa Kawa, Valeriana e ProSleep. Todos esses estão disponíveis para manipulação na Officilab sob receita profissional. Caso você sinta que algo está estranho, procure ajuda especializada!

Cuidados com a saúde no inverno

No dia 21 de junho, oficialmente às 12h54, começa o inverno em todos os países do Hemisfério Norte. Nesta época, é preciso redobrar os cuidados com a saúde, já que os dias costumam ser mais frios e com ar seco. Além do aumento de casos de gripes e resfriados, o clima característico da estação também pode agravar as crises de asma, rinite, sinusite e alergia. Abaixo, separamos dez dicas para melhorar a qualidade de vida nesses três meses. Leia e anote!

  • Não deixe as janelas totalmente fechadas por causa do vento frio, pois aumenta as chances da proliferação de vírus, bactérias e ácaros. Abra-a por algumas horas para renovar o ar que circula no ambiente, principalmente nos dias ensolarados;
  • Antes de usar casacos e edredons que estavam guardados, lave-os e deixe secar bem. Eles costumam ser abrigo para ácaros, que podem desencadear crises respiratórias em pessoas alérgicas. Para evitar problemas com a poeira, redobre a manutenção com a limpeza doméstica, principalmente dos estofados. Além disso, aumente a frequência de lavagem das roupas de cama, tapetes e cortinas. Se puder, guarde os bichinhos de pelúcia durante esse período;
  • Lave suas mãos sempre que puder, principalmente quando estiver em algum local público ou chegar em casa. Este hábito reduz as chances de infecções por vírus e bactérias;
  • Como a sede não é muito intensa no inverno, bebemos bem menos água do que o recomendado. No entanto, a hidratação é fundamental para evitar problemas respiratórios, infecções e a má circulação sanguínea. Beba pelo menos 2 litros diariamente;
  • A alimentação também deve ser motivo de atenção na estação. A tentação por doces e comidas mais calóricas aumenta nos dias frios, o que pode prejudicar a saúde e deixar o organismo mais suscetível a doenças. É muito importante colocar no cardápio alimentos ricos em vitamina C, por exemplo. A substância ajuda a fortalecer o sistema imunológico e pode ser encontrada nas frutas cítricas e folhas verde-escuras, como couve, espinafre e brócolis;
  • Alongue-se! Como o corpo fica mais enrijecido nos dias frios, é importante esticar bem as pernas e os braços antes dos exercícios físicos para evitar lesões musculares;
  • Evite tomar banhos muito quentes. A temperatura alta retira parte da barreira protetora da pele, provocando ressecamento e coceira. O ideal é optar pela água morna, nem fria nem “pelando”;
  • Falando em pele, não esqueça de hidratá-la sempre após o banho. Opte por cremes à base de ureia e óleos naturais, como o de amêndoas;
  • Esteja sempre com a cartela de vacinação em dia, principalmente idosos e crianças;
  • Opte por capas de colchão e travesseiros hipoalergênicas. Elas são uma boa opção para pessoas alérgicas, pois foram desenvolvidas com o menor número possível de substâncias potencialmente alergênicas, reduzindo o risco de irritações. Além disso, impedem a passagem e o acúmulo de ácaros. A Officilab vende os dois modelos em todas as suas lojas. Para saber todos os endereços, acesse nossas lojas.

 

Foto: Blog Tchê Inverno

Abuso de Esteroides Anabolizantes: Uma epidemia silenciosa

Por vezes as competições desportivas são foco de escândalos envolvendo o uso de esteróides anabolizantes e outras substâncias ergogênicas por atletas profissionais. Estas substâncias são usadas para melhorar o desempenho, energia ou aparência física. Seu uso é apreciado não só por atletas profissionais, mas também por amadores. Existe uma grande variedade destas substâncias, como a somatotrofina, cafeína, efedrina, sildenafil, creatina, testosterona e hormônios derivados da testosterona. Contudo os hormônios esteróides anabolizantes são os mais usados com o objetivo de hipertrofia muscular rápida e/ou além do limite fisiológico. Utilizados cada vez mais por atletas não profissionais com a crença de os tornarem mais fortes fisicamente em curto prazo de tempo, com o desconhecimento ou negligencia de suas reais indicações e potenciais efeitos adversos.

 

Um estudo realizado em Portugal revelou que 63,6% dos praticantes de musculação já usaram esteróides anabolizantes. O seu consumo inicia-se durante ou logo após a adolescência e predominantemente em homens. Nos Estados Unidos um estudo avaliou 3 mil jovens e revelou que mais de 200 dos entrevistados já tinham feito uso, tendo 67% iniciado o consumo por volta dos 16 anos e 40% tinham utilizados múltiplos ciclos de anabolizantes.

 

Quando o uso de um anabolizante é feito sem o conhecimento e segurança de um médico, é caracterizado o ABUSO desta substância. Os estudos que avaliam o uso de esteróides em não atletas podem não expressar totalmente a realidade, pois os entrevistados podem não assumir o uso devido ao receio de descriminação. Por conta da fragilidade em pesquisas científicas nesse tema o abuso dos anabolizantes já é considerado uma EPIDEMIA SILENCIOSA DE ESCALA MUNDIAL.

 

Dentre alguns efeitos adversos do abuso de esteróides anabolizantes podemos citar alterações no sistema endócrino, dermatológico e hepático, como por exemplo: aumento das mamas em homens, causada pela aromatização dos hormônios androgênicos (ginecomastia), supressão da espermatogênese, alopecia (queda de cabelo), acne na face, ombros, tronco e dorso, hirsutismo (crescimento exagerado de pêlos) e sobrecarga hepática.

 

Para evitar estes efeitos adversos o médico deve manter um monitoramento dos seguintes exames laboratoriais: hemograma (hemoglobina e hematócrito), função renal (creatinina), perfil lipídico (níveis de LDL e HDL), função hepática (transaminases, principalmente para a via orais) PSA (nos homens), ionograma, doseamento plasmático de glicose, testosterona, SHBG, FSH, IGF-1,TSH e T4 livre e exame de urina.

 

A fim de evitar o uso e efeitos adversos dos esteróides anabolizantes muitos médicos e profissionais de saúde prescrevem fitoterápicos com ação anabolizante, como por exemplo: Laxosterona, Turkesterona, Ecdysterona, Tribullus terrestris e outros. Além de suplementos que sinalizam o crescimento muscular, como Creatina, Glutamina e Ácido D-Aspártico.

 

Os efeitos terapêuticos e adversos dos esteróides anabolizantes são bem conhecidos pela classe médica especialista na área. A reposição hormonal com o acompanhamento médico evita ou reduz as gravidades dos efeitos adversos. O acompanhamento profissional torna a terapia com esteróides anabolizantes mais eficaz, segura e consciente.

 

Se você é médico e deseja receber nosso material com indicações e doses de hormônios esteroides anabolizantes e naturais, faça o download do nosso material.

Referência blibiográfica

 

Rocha M., Aguiar F., & Ramos H. O uso de esteroides androgénicos anabolizantes e outros suplementos ergogénicos – uma epidemia silenciosa. Rev Port Endocrinol Diabetes Metab. 2014;9(2):98–105