Verão sem problemas: dicas para cuidar da saúde e da pele na estação

A estação mais festejada para os amantes do sol, praia e piscina começa hoje e vai até o dia 20 de março. É sempre válido lembrar os cuidados que é preciso ter com a exposição solar nesta época de dias mais longos e temperaturas nas alturas.

 

Da alimentação à escolha de roupas, tudo é motivo para ligar o sinal de alerta. Alguns dos conselhos você já deve ser escutado diversas vezes, mas será que eles são seguidos no dia a dia? Separamos aqui dez dicas para que o verão seja aproveitado da melhor maneira possível. Leia todas e não marque bobeira!

 

1 – O filtro solar deve ser aplicado diariamente e não somente nos momentos de lazer.  O produto precisa ter proteção contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). Aplique uniformemente em todas as partes de corpo, incluindo mãos, orelhas, nuca e pés. Isso deve ser feito de 20 a 30 minutos antes de colocar a pele em contato com os raios solares, com reaplicação a cada duas horas ou conforme a necessidade;

 

2 – Nas crianças, o filtro solar deve ser usado só a partir dos seis meses de idade. Ele deve ser voltado para esse tipo de público, pois é feito com ingredientes voltados para a pele sensível do pequeno;

 

3 – Para ajudar na proteção, aposte em chapéus e roupas com proteção UV. Na praia, as barracas usadas devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação solar. Os óculos com proteção UV também são indispensáveis para proteger os olhos;

 

4 – O uso do protetor solar oral pode ajudar a intensificar a proteção. São capsulas à base de carotenoides, betacaroteno, luteína e Polypodium leucotomos, que também combatem a ação dos radicais livres. No entanto, o seu uso não exclui o uso do filtro solar e não deve ser tomado sem prescrição médica;

 

5 – A hidratação é essencial! O sol e o calor estimulam a produção de suor excessivo. Tome de 2 a 3 litros de água diariamente para evitar a desidratação. Além disso, você também pode apostar em sucos naturais, água de coco e frutas como melão e melancia. A ingestão de líquidos é essencial para manter a temperatura corporal e o bem-estar;

 

6 – Em relação a alimentação, opte pelo consumo de alimentos de fácil digestão. Invista em legumes, verduras, saladas, alimentos integrais e grelhados. Além disso, é preciso ficar atento ao local de consumo, já que o risco de intoxicação alimentar nesta época do ano é alto. Isso acontece pois as altas temperaturas, somadas à falta de higiene no preparo dos alimentos, estimulam a proliferação de micro-organismos;

 

7 – Cuidado com o excesso de sal, de açúcar e de bebidas alcoólicas. Eles estimulam a retenção de líquido, a desidratação e favorecem o acúmulo de gordura no organismo;

 

8 – A temperatura alta e o suor criam um ambiente propício para a proliferação de fungos e bactérias. Dessa forma, o aparecimento de micoses é recorrente. A dica é secar bem os pés, os meios dos dedos e outras dobras do corpo, além de evitar ficar com roupa molhada por um longo prazo;

 

9 – Escolha roupas confortáveis e de cores claras. Tons escuros absorvem mais a luz, fazendo que você sinta mais calor. Prefira tecidos leves e que absorvem o suor, como o algodão, por exemplo;

 

10 – No verão, aumenta a propagação das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, febre amarela, chikungunya e zika. A proliferação do mosquito pode ser evitada eliminando a formação de criadouros, como em vasos de plantas, pneus descartados, garrafas plásticas, piscinas sem uso e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafa. Além disso, o uso de repelentes, também durante o dia, é fundamental.

 

A Officilab manipula protetores solares orais e repelentes. Traga sua receita e faça seu orçamento conosco!

 

Fontes:

https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/cuidados/cuidados-com-a-pele-no-verao/

http://www.hgb.rj.saude.gov.br/saude/chegada_verao.asp

http://saude.gov.br/saude-de-a-z/aedes-aegypti

 

Vitamina K: benéfica para a saúde óssea e arterial

A vitamina K, por mais que não seja tão falada, é muito importante para o nosso organismo. Ela está presente em diversos alimentos, como espinafre, brócolis, couve, repolho branco, couve-flor, cenoura, pepino, fígado de boi e gema de ovo. Além de ser de extrema importância para a coagulação sanguínea, a substância também é benéfica para a saúde óssea e na prevenção da arteriosclerose, que é o acúmulo de substâncias nas artérias.

Ela pode ser dividida em:
– K1 (fitomenadiona), encontrada em alimentos de origem vegetal;
– K2 (menaquinona), produzida pela flora intestinal;

  • K2-MK4 – mantém a saúde dos ossos através do aumento da densidade mineral óssea, reduzindo as chances de fraturas em idosos ou praticantes de atividade física de alto impacto;
  • K2-MK7 – ajuda na coagulação sanguínea e na calcificação;

Alguns estudos científicos mostraram que a vitamina K ajuda na fixação do cálcio nos ossos. Sem o mineral, a estrutura dos ossos e dentes ficam fragilizadas e mais suscetíveis à quebra. Uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard com um grupo de mulheres entre 38 e 63 anos, que ingeriram a vitamina por um tempo, apontou que elas apresentaram menos risco de fratura nos quadris.

Por ajudar na absorção do cálcio nos ossos, a vitamina K também é uma aliada da saúde cardiovascular como um todo. Ela evita que o mineral se deposite no interior das artérias, impedindo a calcificação dos vasos sanguíneos, condição que aumenta as chances de acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e morte prematura.

O Ministério da Saúde orienta o consumo de 65 mcg de vitamina K diariamente tanto para homens como para mulheres. Já a vitamina K2-MK4 é recomendada a dose em torno de 45mg ao dia para grupos de risco.

As causas mais comuns para a sua deficiência são uma dieta inadequada, absorção insuficiente e armazenamento reduzido da vitamina devido à doença hepática ou intestinal. Entre os principais sintomas estão o sangramento excessivo e períodos menstruais prolongados. A Officilab manipula a vitamina K nas seguintes formas farmacêuticas: cápsulas, gotas sublinguais, tablete sublingual, pastilha mastigável, goma nutracêutica, bombom trufado e Fluidcaps (cápsulas líquidas para ativos lipofílicos). Caso você precise optar pela suplementação, manipule sua receita conosco!

Como o Carnipure® ajuda no aumento da resistência muscular

Escolher bons suplementos para serem usados antes do treino pode fazer a diferença na busca pelo resultado desejado. São muitas as opções disponíveis no mercado, mas hoje vamos falar de um em especial: a L-carnitina.

Ela exerce um papel fundamental no metabolismo energético, já que é um aminoácido responsável pelo transporte de ácidos graxos para a mitocôndria, onde a gordura é queimada para virar energia. Por conta disso, a substância promove resistência física, evita a fadiga, agiliza a recuperação muscular após o exercício, potencializa a queima da gordura e promove formação de massa muscular magra.

Pequenas quantidades da L-carnitina são sintetizadas no organismo e está presente naturalmente em diversos alimentos, principalmente na carne vermelha (cerca de 100 a 300mg por dia). No entanto, a restrição da carne vermelha em algumas dietas reduziu a ingestão da substância.

O ativo Carnipure®, exclusivo da Officilab na manipulação, é a L-carnitina mais pura existente. Diversos estudos já ilustraram os seus efeitos favoráveis para atletas em relação à otimização do desempenho, já que é observada uma redução na produção de radicais livres e menor desgaste muscular. Um deles acompanhou, durante 24 semanas, 14 homens saudáveis que consumiram o Carnipure® (2x ao dia) combinado com carboidrato (80g). Ao final do teste, foi observado um aumento de 11% no rendimento muscular de trabalho e de 21% na Carnitina muscular ¹.

Entre os diferenciais do Carnipure® manipulado na Officilab estão:

  • Maior concentração do ativo por cápsula;
  • Maior biodisponibilidade e rápida absorção;
  • Maior estabilidade com controle e higroscopia e
  • Presença de nitrogênio dentro da cápsula, preservando o ativo contra a oxidação.

Além disso, ele é um produto vegano e livre de alergenos, podendo ser consumido, sob orientação de um profissional, por todos os grupos. Converse com o seu médico ou nutricionista e veja se você tem indicação. Caso positivo, orce sua receita com a gente!

Referências:
¹ – Fielding, R, et al. L-Carnitine Supplementation in Recovery after Exercise. Nutrients. 2018 Mar; 10(3): 349

Você sabe o que é ciclo Circadiano e como ele pode estar influenciando no seu peso?

Ciclo Circadiano ou Ritmo Circadiano é conhecido popularmente como relógio biológico, aquele que nos indica o horário de acordar, dormir, que nos dá fome perto do horário das refeições e nos deixa um pouco desorientados quando viajamos para países com fuso horário diferente. Ele está diretamente ligado à iluminação do ambiente e é responsável por regular a liberação do hormônio Melatonina, através da glândula pineal. À noite, no escuro, a liberação da Melatonina se intensifica. Quando em equilíbrio e normal funcionamento, esse hormônio irá influenciar no sono, na renovação celular, nos processos inflamatórios, modulação dos efeitos do estresse, além de prevenir a resistência à insulina, auxiliar na fertilidade feminina, amenizar sintomas da menopausa e, recentemente descoberto, na queima de gordura corporal.

Estudos comprovam que a restrição ou privação do sono altera o Ritmo Circadiano, influenciado diretamente a produção de Melatonina. Esse desequilíbrio, além de provocar diversas alterações fisiológicas no corpo, provoca também o aumento de gordura. Em 2018 foi demonstrado que a Melatonina exerce papel chave na ativação do tecido adiposo marrom (célula queimadora de gordura), queimando o tecido adiposo branco (célula armazenadora de gordura).

Com o ritmo de vida cada vez mais agitado, dormir tarde com o celular na cama, pular o café da manhã e jantar tarde da noite, se tornaram práticas comuns que contribuem para a alteração crônica do ciclo Circadiano. Para manter seu relógio biológico funcionando perfeitamente e, consequentemente, evitar doenças e ganho de peso, é recomendada a prática de exercícios físicos durante o dia, limitar o uso de celular, evitar a ingestão de álcool, nicotina, cafeína e outros estimulantes antes de dormir. Essas práticas, associadas à presença de um ambiente escuro e tranquilo, ajudam a normalizar a produção da Melatonina e o funcionamento do ciclo.

Formas alternativas para contribuir com a normalização do Ritmo Circadiano é a ingestão Melatonina. A Officilab manipula o hormônio em diversas versões: cápsulas, tabletes sublinguais, gotas sublinguais e filmes orodispersíveis (strips).  O uso da Melatonina manipulada é uma opção para quem sofre com insônia, quem trabalha em turnos noturnos, trocando o dia pela noite, entre outros casos. A ingestão do hormônio Melatonina garante o equilíbrio do ciclo Circadiano e saúde do corpo. Lembrando que o seu médico deve ser sempre consultado.

Fonte: HALPERN, Bruno. O papel da melatonina na regulação do tecido adiposo marrom. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. 2018

 

Vitamina D: carência em mulheres no período pós-menopausa pode causar Síndrome Metabólica

Uma pesquisa divulgada pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (FMB -Unesp) mostrou que existe uma forte associação entre a deficiência de vitamina D e a Síndrome Metabólica em mulheres na pós-menopausa. O estudo durou dois anos e foi feito com cerca de 460 mulheres, entre 45 e 75 anos, que se consultavam no Ambulatório de Climatério e Menopausa da FMB.
Antes de mostrar a pesquisa em detalhes, é preciso explicar o que é na verdade a Síndrome Metabólica. O termo se refere a um conjunto de fatores de risco que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a aumentar a produção do hormônio, elevando o seu nível no sangue. A alimentação inadequada, o excesso de peso, o sedentarismo e o histórico de casos na família são os principais fatores que contribuem para o seu aparecimento. Para determinar o diagnóstico, o paciente precisa apresentar três dos cinco critérios abaixo:

 
• Circunferência abdominal maior que 88 cm (em mulheres)
• Pressão arterial acima de 130 x 85 mmHg
• Glicemia de jejum maior que 100 mg/dl
• Triglicerídeos acima de 150 mg/dL
• Colesterol HDL abaixo de 50 mg/dL (em mulheres)

 
Na pesquisa feita pela FMB e publicada na revista Maturitas, cerca de 57,8% das mulheres que tinham carência (menor que 30 ng/mL) ou insuficiência (menor que 20 ng/mL) de vitamina D apresentaram SM, contra 39,8% das que apresentavam a doença, mas estavam com a taxa em condições normais. De acordo com o artigo, uma possível explicação seria a influência da vitamina D na secreção e sensibilidade da insulina. Em baixa quantidade, ela comprometeria a capacidade das células em converter o hormônio produzido pelo pâncreas. No entanto, os cientistas ressaltam que ainda são necessários estudos mais específicos para confirmar realmente se a relação é real.

 
Insuficiência da vitamina D no climatério
O climatério é a transição entre o período fértil e o não reprodutivo, culminando na menopausa. Entre as características desta fase, está a irregularidade dos ciclos menstruais e a diminuição dos níveis do estrogênio (hormônio sexual feminino).
Esta alteração hormonal pode ser bastante significativa para a saúde feminina, já que é capaz de prejudicar a produção natural da vitamina D, responsável por regular a absorção de fósforo e cálcio, minerais necessários para o crescimento saudável dos ossos. Sua carência pode provocar uma desmineralização óssea, aumentando o risco de osteoporose. Por conta disso, as mulheres são mais diagnosticadas com o problema, em comparação com homens da mesma faixa etária.

 
Como obter Vitamina D?
Ao contrário de outras vitaminas, o corpo humano produz cerca de 90% da vitamina D que necessitamos. Quando os raios solares UVB entram em contato com uma molécula precursora existente na pele, chamada 7-dihidrocolesterol (7-DHC), ela se transforma numa forma inativa da vitamina D, que será convertida em ativa no fígado e nos rins.
No entanto, sabemos que a exposição intensa ao sol aumenta o risco de diversos problemas, como o envelhecimento cutâneo e o câncer de pele. Por conta disso, o uso diário do protetor solar, principalmente em peles muito claras e sensíveis, é altamente recomendado, o que dificulta a ativação da substância.
Na alimentação, é possível encontrar opções que fornecem vitamina D, como peixes (salmão, atum e sardinha), óleo de fígado de bacalhau, gema do ovo, queijos, bife de fígado, ostras e cogumelos. Alguns alimentos podem ser enriquecidos com esta vitamina, como leite e iogurtes.
Como a alimentação nem sempre consegue fornecer a quantidade necessária que o organismo precisa, uma alternativa é a suplementação oral, indicada principalmente para idosos, pacientes que não podem entrar em contato com o sol ou aqueles com insuficiências renais ou hepáticas, que possui dificuldade de converter a vitamina D em sua forma ativa. É recomendada a ingestão somente sob prescrição médica. Aqui na Officilab, manipulamos o ativo nas seguintes apresentações: em cápsulas, gotas, tabletes ou bombom trufado. Para saber mais, entre em contato conosco!

 
Fontes:
http://agencia.fapesp.br/estudo-reforca-relacao-entre-falta-de-vitamina-d-e-sindrome-metabolica/27191/

https://portugues.medscape.com/verartigo/6502213

Entenda melhor a Síndrome de Burnout

Irritabilidade no trabalho, esgotamento físico e mental, sentimento de fracasso, dificuldade de concentração e negatividade constante são alguns dos sintomas da Síndrome de Burnout. Ela está relacionada ao esgotamento no ramo profissional, resultado do acúmulo excessivo de trabalho.

Muitas vezes, se faz confusão entre o estresse e a síndrome. No entanto, são situações diferentes. O primeiro é uma resposta natural do organismo a diversas situações corriqueiras do dia a dia, seja no campo profissional como no pessoal. Já no burnout, a exaustão emocional é causada exclusivamente pelo trabalho.

De acordo com uma pesquisa feita pela Isma-BR (representante da International Stress Management Association), cerca de 32% da população trabalhadora brasileira sofre com a queixa. No ranking geral, o país se encontra na 2º posição, atrás somente do Japão, com 70% da população atingida. Por conta desse aumento global, a OMS (Organização Mundial da Saúde) a incluiu, neste ano, na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11). No entanto, a entidade afirma que não a reconhece como doença, mas sim como como uma síndrome exclusivamente resultante de estresse crônico no trabalho.

Em tradução livre, o termo “burnout” significa esgotamento. Por isso, se manifesta especialmente em profissionais que atuam diariamente com prazos e responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, operadores de telemarketing, controladores de voo, entre outros. Entre os outros sintomas, vale destacar:
• Dor de cabeça frequente;
• Alterações no apetite e problemas gastrointestinais;
• Insônia;
• Alterações repentinas de humor;
• Cansaço intenso;
• Pressão alta;
• Suor em excesso;
• Batimentos cardíacos descontrolados;
• Dores musculares.

O diagnóstico é feito por um psicólogo ou psiquiatra. Entretanto, muitas pessoas, por não saberem ou não conseguirem identificar os sinais da síndrome, acabam negligenciando e deixando sempre “para depois”. Essa situação, de acordo com o Ministério da Saúde, pode resultar em um estado de depressão profunda, em casos mais graves. Por isso, a ajuda é essencial!

Além da psicoterapia, uma parte do tratamento pode envolver o uso de medicamentos (ansiolíticos e/ou antidepressivos), caso o médico psiquiatra ache necessário. A outra parte consta na alteração das condições de trabalho que levaram a pessoa à exaustão excessiva. A mudança do estilo de vida, com prática regular de atividade física, ter uma alimentação saudável, exercícios de relaxamento e momentos de lazer, ajudam no controle dos sintomas. O apoio dos amigos e familiares também é fundamental para aliviar a tensão.

O Ministério da Saúde destaca como a melhor forma de prevenção da síndrome manter o equilíbrio entre trabalho, lazer, vida social e atividades físicas, além de descansar adequadamente e dormir por, pelo menos, 8h, diariamente.

Alguns fitoterápicos atuam como ansiolíticos naturais, regulando os neurotransmissores responsáveis pela sensação de estresse e relaxamento, como o Lactium, Theanina, Passiflora, Camomila, Humulus Lupulus, Kawa Kawa, Valeriana e ProSleep. Todos esses estão disponíveis para manipulação na Officilab sob receita profissional. Caso você sinta que algo está estranho, procure ajuda especializada!

Cuidados com a saúde no inverno

No dia 21 de junho, oficialmente às 12h54, começa o inverno em todos os países do Hemisfério Norte. Nesta época, é preciso redobrar os cuidados com a saúde, já que os dias costumam ser mais frios e com ar seco. Além do aumento de casos de gripes e resfriados, o clima característico da estação também pode agravar as crises de asma, rinite, sinusite e alergia. Abaixo, separamos dez dicas para melhorar a qualidade de vida nesses três meses. Leia e anote!

  • Não deixe as janelas totalmente fechadas por causa do vento frio, pois aumenta as chances da proliferação de vírus, bactérias e ácaros. Abra-a por algumas horas para renovar o ar que circula no ambiente, principalmente nos dias ensolarados;
  • Antes de usar casacos e edredons que estavam guardados, lave-os e deixe secar bem. Eles costumam ser abrigo para ácaros, que podem desencadear crises respiratórias em pessoas alérgicas. Para evitar problemas com a poeira, redobre a manutenção com a limpeza doméstica, principalmente dos estofados. Além disso, aumente a frequência de lavagem das roupas de cama, tapetes e cortinas. Se puder, guarde os bichinhos de pelúcia durante esse período;
  • Lave suas mãos sempre que puder, principalmente quando estiver em algum local público ou chegar em casa. Este hábito reduz as chances de infecções por vírus e bactérias;
  • Como a sede não é muito intensa no inverno, bebemos bem menos água do que o recomendado. No entanto, a hidratação é fundamental para evitar problemas respiratórios, infecções e a má circulação sanguínea. Beba pelo menos 2 litros diariamente;
  • A alimentação também deve ser motivo de atenção na estação. A tentação por doces e comidas mais calóricas aumenta nos dias frios, o que pode prejudicar a saúde e deixar o organismo mais suscetível a doenças. É muito importante colocar no cardápio alimentos ricos em vitamina C, por exemplo. A substância ajuda a fortalecer o sistema imunológico e pode ser encontrada nas frutas cítricas e folhas verde-escuras, como couve, espinafre e brócolis;
  • Alongue-se! Como o corpo fica mais enrijecido nos dias frios, é importante esticar bem as pernas e os braços antes dos exercícios físicos para evitar lesões musculares;
  • Evite tomar banhos muito quentes. A temperatura alta retira parte da barreira protetora da pele, provocando ressecamento e coceira. O ideal é optar pela água morna, nem fria nem “pelando”;
  • Falando em pele, não esqueça de hidratá-la sempre após o banho. Opte por cremes à base de ureia e óleos naturais, como o de amêndoas;
  • Esteja sempre com a cartela de vacinação em dia, principalmente idosos e crianças;
  • Opte por capas de colchão e travesseiros hipoalergênicas. Elas são uma boa opção para pessoas alérgicas, pois foram desenvolvidas com o menor número possível de substâncias potencialmente alergênicas, reduzindo o risco de irritações. Além disso, impedem a passagem e o acúmulo de ácaros. A Officilab vende os dois modelos em todas as suas lojas. Para saber todos os endereços, acesse nossas lojas.

 

Foto: Blog Tchê Inverno

Abuso de Esteroides Anabolizantes: Uma epidemia silenciosa

Por vezes as competições desportivas são foco de escândalos envolvendo o uso de esteróides anabolizantes e outras substâncias ergogênicas por atletas profissionais. Estas substâncias são usadas para melhorar o desempenho, energia ou aparência física. Seu uso é apreciado não só por atletas profissionais, mas também por amadores. Existe uma grande variedade destas substâncias, como a somatotrofina, cafeína, efedrina, sildenafil, creatina, testosterona e hormônios derivados da testosterona. Contudo os hormônios esteróides anabolizantes são os mais usados com o objetivo de hipertrofia muscular rápida e/ou além do limite fisiológico. Utilizados cada vez mais por atletas não profissionais com a crença de os tornarem mais fortes fisicamente em curto prazo de tempo, com o desconhecimento ou negligencia de suas reais indicações e potenciais efeitos adversos.

 

Um estudo realizado em Portugal revelou que 63,6% dos praticantes de musculação já usaram esteróides anabolizantes. O seu consumo inicia-se durante ou logo após a adolescência e predominantemente em homens. Nos Estados Unidos um estudo avaliou 3 mil jovens e revelou que mais de 200 dos entrevistados já tinham feito uso, tendo 67% iniciado o consumo por volta dos 16 anos e 40% tinham utilizados múltiplos ciclos de anabolizantes.

 

Quando o uso de um anabolizante é feito sem o conhecimento e segurança de um médico, é caracterizado o ABUSO desta substância. Os estudos que avaliam o uso de esteróides em não atletas podem não expressar totalmente a realidade, pois os entrevistados podem não assumir o uso devido ao receio de descriminação. Por conta da fragilidade em pesquisas científicas nesse tema o abuso dos anabolizantes já é considerado uma EPIDEMIA SILENCIOSA DE ESCALA MUNDIAL.

 

Dentre alguns efeitos adversos do abuso de esteróides anabolizantes podemos citar alterações no sistema endócrino, dermatológico e hepático, como por exemplo: aumento das mamas em homens, causada pela aromatização dos hormônios androgênicos (ginecomastia), supressão da espermatogênese, alopecia (queda de cabelo), acne na face, ombros, tronco e dorso, hirsutismo (crescimento exagerado de pêlos) e sobrecarga hepática.

 

Para evitar estes efeitos adversos o médico deve manter um monitoramento dos seguintes exames laboratoriais: hemograma (hemoglobina e hematócrito), função renal (creatinina), perfil lipídico (níveis de LDL e HDL), função hepática (transaminases, principalmente para a via orais) PSA (nos homens), ionograma, doseamento plasmático de glicose, testosterona, SHBG, FSH, IGF-1,TSH e T4 livre e exame de urina.

 

A fim de evitar o uso e efeitos adversos dos esteróides anabolizantes muitos médicos e profissionais de saúde prescrevem fitoterápicos com ação anabolizante, como por exemplo: Laxosterona, Turkesterona, Ecdysterona, Tribullus terrestris e outros. Além de suplementos que sinalizam o crescimento muscular, como Creatina, Glutamina e Ácido D-Aspártico.

 

Os efeitos terapêuticos e adversos dos esteróides anabolizantes são bem conhecidos pela classe médica especialista na área. A reposição hormonal com o acompanhamento médico evita ou reduz as gravidades dos efeitos adversos. O acompanhamento profissional torna a terapia com esteróides anabolizantes mais eficaz, segura e consciente.

 

Se você é médico e deseja receber nosso material com indicações e doses de hormônios esteroides anabolizantes e naturais, faça o download do nosso material.

Referência blibiográfica

 

Rocha M., Aguiar F., & Ramos H. O uso de esteroides androgénicos anabolizantes e outros suplementos ergogénicos – uma epidemia silenciosa. Rev Port Endocrinol Diabetes Metab. 2014;9(2):98–105

ALERTA PARA A INFERTILIDADE: Homens Produzem 50% Menos Espermatozoides em 4 décadas

Infertilidade é a incapacidade de um casal, com vida sexual ativa e sem uso de métodos contraceptivos, obter uma gravidez espontânea em um ano. Esta pode ser primária, caso o casal nunca tenha tido um filho, ou secundária, caso ocorra após uma gravidez anterior bem sucedida.

Aproximadamente 15% dos casais em idade fértil tem dificuldade em fertilização. Segundo a OMS, em aproximadamente 30% dos casos de infertilidadedo casal, a causa relaciona-se unicamente com o homem, em 35% unicamente com a mulher, em 20% com ambos e, em 15% dos casos, não é possível identificar uma causa. Desta forma, a infertilidade masculina contribui para aproximadamente 50% da infertilidade global.

Dentre as condições clínicas mais comuns de infertilidade masculina estão as disfunções sexuais, defeitos testiculares primários na produção do esperma, endocrinopatias (disruptores endócrinos) que afetam a espermatogênese, defeitos no transporte do esperma e causa idiopática.

 

Um dado alarmante

 

Um estudo publicado em junho de 2017 na revista Human Reproduction Update realizou uma análise sistemática de 185 artigos onde foram comparadas as concentrações de espermatozoides em 42.935 homens de 50 países dos seis continentes entre os anos de 1973 a 2011.

A fim de tornar os resultados mais fidedignos, os pesquisadores ajustaram parâmetros para anular possíveis interferências de fatores como: Idade, tempo de abstinência de ejaculação, métodos de coleta do sêmen e de contagem de espermatozoides, escolha da população, critérios de exclusão e análises de sensibilidade.

Os resultados demonstraram que a concentração de espermatozoides diminuiu 1,4% ao ano, levando a uma queda de 52,4% no período de 38 anos. A contagem total de espermatozoides apresentou resultados semelhantes, com queda média de 1,6% ao ano e uma redução total de 59,3%. Segundo os autores a queda nas concentrações totais de espermatozoides foi um pouco mais acentuada a partir de 1995.

Esta diminuição nas concentrações de espermatozoides significa que uma proporção cada vez maior de homens está entrando para classificações de subfertilidade ou infertilidade.

Os pesquisadores ressaltaram que estes achados são compatíveis com as tendências de câncer testicular, níveis de testosterona reduzidos, mudanças no início da puberdade masculina e aumento da morbidade geral e mortalidade.

 

Embora o estudo não tenha sido projetado para determinar a causa desta redução, a contagem de espermatozoides tem sido associada a fatores ambientais e de estilo de vida, inclusive aos fatores de desequilíbrio endócrino, ao tabagismo das gestantes durante uma janela crucial do desenvolvimento do sistema reprodutor masculino e a exposição a pesticidas.

 

FATORES COMUNS RELACIONADOS À INFERTILIDADE EM HOMENS

  • Hábitos ou trabalho que aumente a temperatura escrotal
  • Geração de Espécies Reativas de Oxigênio (EROs)
  • Consumo frequente de álcool, drogas e cigarros
  • Alguns tratamentos medicamentosos
  • Estresse psicológico
  • Apneia do sono
  • Obesidade

 

Tratamentos que mantenham a integridade espermática e protejam o material genético já fazem parte do arsenal terapêutico e estudos que comprovam sua eficácia já estão disponíveis na literatura científica. O tratamento eficaz e mudanças de hábitos prejudiciais tornam-se importantes para homens com contagem reduzida de espermatozoides, infecção das glândulas acessórias ao sistema reprodutor ou expostos a fatores estressantes que geram EROs prejudiciais ao material genético.

Referências bibliográficas
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regression analysis. Human Reproduction Update, pp. 1–14, 2017
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functions for old hormones. Journal of Molecular Endocrinology (2003) 30, 263–270
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Como tratar a infertilidade masculina